quarta-feira, 15 de outubro de 2014

 A morte é um inimigo

Sobre termos apenas 1 única vida veja o que diz Hebreus 9:27 e 28 – “E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.”
Vamos analisar alguns versículos Bíblicos sobre o assunto MORTE:
“E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente.” Gênesis 2:7
Note que o homem TORNOU-SE alma vivente. O homem não recebeu uma alma dentro dele. Deus juntou o pó da terra e o fôlego de vida e formou o homem, ou seja, uma alva vivente.
Este é o relato da criação do homem. Infelizmente, o homem desobedeceu a Deus e pecou, fazendo com que sua vida tivesse um fim (temporário) chamado morte. O que acontece após a morte do homem?
Vamos examinar Eclesiastes 12:7 que diz “e o pó volte para a terra como o era, e o fôlego de vida volte a Deus que o deu.”
Jesus sempre usou parábolas para que pudéssemos entender melhor um assunto complexo. Assim podemos ilustrar a alma como a luz de uma lâmpada. Se juntarmos a lâmpada e a energia elétrica, ao apertarmos o interruptor, teremos ‘criado’ a luz que ilumina um ambiente.
Se desligarmos o interruptor, a lâmpada continua lá, a energia elétrica continua no fio, mas pra onde foi a luz?
Ela simplesmente deixou de existir não é mesmo?
Assim acontece com a alma vivente que somos nós. Deus nos formou juntanto pó da terra e o fôlego de vida que só ELE possui. Quando morremos, nosso corpo volta a ser pó, “e o fôlego de vida volta para Deus que o deu”. E o homem? simplesmente deixou de existir.
Quando Lázaro, o amigo de Jesus morreu, Jesus disse aos discípulos que Lázaro estava dormindo. Vamos ver o relato de João 11:11-14
“E, tendo assim falado, acrescentou: Lázaro, o nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono. Disseram-lhe, pois, os discípulos: Senhor, se dorme, ficará bom. Mas Jesus falara da sua morte; eles, porém, entenderam que falava do repouso do sono. Então Jesus lhes disse claramente: Lázaro morreu;”
Então, quando morremos (conforme vimos no início deste texto) perdemos totalmente a consciência e estamos num estado semelhante ao sono que dormimos todos os dias. A diferença é que não existem sonhos ou pensamentos. O Salmo 146:4 diz “Sai-lhe o espírito, e ele volta para a terra; naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos.”

sábado, 11 de outubro de 2014

O ÚNICO MEDIADOR

Veja a pura verdade dita pelo Padre FABIO DE MELO, um conceituado Padre, mais é como ele diz no vídeo as pessoas colocam, o que não se deve colocar no lugar de Jesus Cristo, tem que acabar com essas coisas, ou a bíblia mente? Quer dizer que tudo que Jesus fez na cruz foi em Vão, não foi nenhum outro, nem outra pessoa que Morreu por nós foi o CRISTO, O Messias Ungido de Deus, é a ele que devemos buscar, é por ele que chegamos a Deus, ele é o único elo entre o Homem e Deus Pai, vamos seguir a palavra que estar na Bíblia, enquanto temos ela nas nossas mãos, pois chegará um tempo e esse tempo já aconteceu uma vez e vai tornar a acontecer, onde buscaremos a palavra do salvador e não vamos mais encontra-la,a perseguição vai ser grande, e em algum lugar isso já vem acontecendo á muito tempos atrás.Não sou eu que digo e nem o Padre ele estar certíssimo, é a palavra de Deus, que quem a muito tempo trocar por palavras de homens,doutrinas de Homens e dogmas religiosos, mais leiam a bíblia eu venho insistindo exaustivamente, que peça a Deus discernimento da palavra e ele lhes dará,ou muito se perderão, que Deus e Jesus o Nosso único intercessor tenha compaixão de nós. Amém
Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. I TIMÓTEO 2:5

Pastor Carlos;

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Desaparecimento:
A Arca permaneceu como um dos elementos centrais do culto a Deus praticado pelos israelitas durante todo o período monárquico, embora poucas referências sejam feitas a ela entre os livros de Reis e Crônicas.
Em 586 a.C (Segunda invasão a Judá) (ou 609 a.C [Primeira invasão a Judá], segundo alguns estudiosos), Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu o reino de Judá e tomou a cidade de Jerusalém. O relato bíblico menciona um grande incêndio que teria destruído todo o templo. A Arca desaparece completamente da narrativa a partir desse ponto, e o próprio relato é vago quanto ao seu destino.
Para os católicos e judeus da diáspora, que se utilizam da Septuaginta, Escrituras Sagradas na versão grega dos LXX, o desaparecimento da Arca é narrado no livro de II Macabeus, não aceito pelos protestantes e por grande parte dos judeus que só aceitavam as escrituras em hebraico. Nessa situação o profeta Jeremias haveria mandado que levassem a Arca até o monte Nebo para ali a esconder em uma caverna (II MAC Cap. 2).
" O escrito mencionava também como o profeta, pela fé da revelação, havia desejado fazer-se acompanhar pela arca e pelo tabernáculo, quando subisse a montanha que subiu Moisés para contemplar a herança de Deus. No momento em que chegou, descobriu uma vasta caverna, na qual mandou depositar a arca, o tabernáculo e o altar dos perfumes; em seguida, tapou a entrada. Alguns daqueles que o haviam acompanhado voltaram para marcar o caminho com sinais, mas não puderam achá-lo. Quando Jeremias soube, repreendeu-os e disse-lhes que esse lugar ficaria desconhecido, até que Deus reunisse seu povo e usasse com ele de misericórdia. Então revelará o Senhor o que ele encerra e aparecerá a glória do Senhor como uma densa nuvem, semelhante à que apareceu sobre Moisés e quando Salomão rezou para que o templo recebesse uma consagração magnífica." (II Mac, 2, 4-7, Bíblia Ave-Maria).

Em uma das visões de João, ele relata ter visto a Arca do Conserto ou da Aliança no templo de Deus no céu. Sendo a arca de grande importância e detentora de objetos preciosos, Deus haveria levado a arca para um lugar onde nenhum ser humano tivesse acesso para destruí-la. O relato de João está em Apocalipse 11:19 "E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca do seu concerto foi vista no seu templo..."

A busca pela Arca[editar: 

Não há certezas acerca de sua existência ou destruição. É possível que, antes de atear fogo ao Templo, os soldados de Nabucodonosor tenham tomado todos os objectos de valor (incluindo a arca coberta de ouro) e a levado como prémio pela conquista.
Uma vez em posse dos babilônicos, ela pode ter sido destruída para se obter o ouro, ou conservada como troféu. Babilônia também foi conquistada posteriormente por persas, macedônios, partos e outros tantos povos, e seus tesouros (incluindo possivelmente a Arca) podem ter tido incontáveis destinos.
De qualquer modo, ela tem sido um dos tesouros arqueológicos mais cobiçados pela humanidade, e inúmeras expedições à Mesopotâmia e à Palestina foram realizadas, sem sucesso. Existem hoje em vários museus réplicas da Arca baseadas nas descrições bíblicas, mas a verdadeira jamais foi encontrada.
O cineasta George Lucas inspirou-se na busca pela Arca para o roteiro de seu filme Raiders of the Lost Ark (intitulado Indiana Jones e Os Caçadores da Arca Perdida, no Brasil; Indiana Jones e os Salteadores da Arca Perdida, em Portugal).

Para a Igreja Ortodoxa Etíope, a Arca foi levada à Etiópia por Menelik I, filho do Rei Salomão e Makeda, a Rainha de Sabá. A Arca estaria guardada numa capela da Igreja de Santa Maria de Sião da cidade de Aksum, no norte da Etiópia, onde um único sacerdote pode vê-la. A narrativa dessa tradição etíope encontra-se no Kebra Negast, o Livro da Glória dos Reis da Etiópia.
A  Arca como instrumento de guerra:
 
A Arca representava o próprio Deus entre os homens. A crença de Sua presença ativa fez com que os hebreus, por várias vezes, carregassem o objeto à frente de seus exércitos nas batalhas realizadas durante a conquista de Canaã. Segundo a Bíblia, a presença da Arca era suficiente para que pequenos contingentes hebreus aniquilassem exércitos cananeus inteiros.[carece de fontes] Mas quando dispensavam-na, sofriam derrotas desastrosas.
Ainda restava o assentamento das sete Tribos de Israel na Terra de Canaã para que a conquista estivesse completa, quando Josué determinou a construção de um Tabernáculo permanente na cidade de Siló, onde a Arca ficaria protegida.

A captura da Arca pelos Filisteus e seu retorno:
Nos últimos anos do período dos Juízes de Israel, a Arca da Aliança era guardada pelo sacerdote Eli, e seus filhos Hofni e Finéias. O profeta Samuel, ainda jovem, recebeu uma revelação divina condenando os mesmos ao julgamento, devido a crimes cometidos.
Neste tempo, segundo o relato bíblico, os filisteus invadiram a Palestina, vencendo o exército israelita próximo à localidade de Ebenézer. Estes, vendo-se em situação adversa, apelaram para a Arca, e a trouxeram de Siló. A maldição sobre Eli teria tido lugar, pois a Arca não surtiu efeito na batalha: os israelitas foram derrotados, e o objeto capturado. Os filhos de Eli foram mortos, e este, ao saber da notícia, caiu de sua cadeira e morreu com o pescoço quebrado.
Os filisteus teriam tomado a Arca como despojo de guerra, e a levaram ao templo de Dagom, em Asdode. O relato bíblico conta que a simples presença do santuário naquele local foi o suficiente para que coisas estranhas ocorressem: por duas vezes, a cabeça da estátua de Dagom apareceu cortada. Em seguida, moléstias (hemorróidas, especificamente, além de um surto de ratos) teriam assolado a população de Asdode, inclusive príncipes e sacerdotes filisteus, o que fez com que a arca fosse transportada para Ecrom, outra cidade filistéia. Porém, a população local reagiu negativamente à sua presença, e a enviou de volta ao território de Israel numa carroça. O tempo de permanência da Arca na Filístia teria sido de sete meses.
A carroça, puxada por vacas, parou em Bete-Semes, onde foi recebida por um certo Josué (personagem diferente do Josué, comandante da Conquista de Canaã). Os bete-semitas, movidos pela curiosidade, olharam para o interior da Arca, e morreram instantaneamente fulminados. Em seguida, foi transportada para Quireate-Jearim, onde ficou aos cuidados de Eleazar por 20 anos.

A Arca em Jerusalém e o Templo de Salomão:
No início de seu reinado, Davi ordenou que a Arca fosse trazida para Jerusalém, onde ficaria guardada em uma tenda permanente no distrito chamado Cidade de Davi. Com o passar do tempo, Davi tomou consciência de que a Arca, símbolo da presença de Deus na Terra, habitava numa tenda, enquanto ele mesmo vivia em um palácio. Então começou a planejar e esquematizar a construção de um grande Templo. Entretanto, esta obra passou às mãos de seu filho Salomão.

No Templo, foi construído um recinto (chamado na Bíblia de "oráculo") de cedro, coberto de ouro e entalhes, dois enormes querubins de maneira à semelhança dos que havia na Arca, com um altar no centro onde ela repousaria. O ambiente passou a ser vedado aos cidadãos comuns, e somente os levitas e o próprio rei poderiam se colocar em presença do objeto sagrado.
    A Arca da Aliança

A Arca da Aliança (no hebraico: ארון הברית aróhn hab·beríth; grego: ki·bo·tós tes di·a·thé·kes") é descrita na Bíblia como o objeto em que as tábuas dos Dez mandamentos e outros objetos sagrados teriam sido guardadas, como também veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido. Foi utilizada pelos hebreus até seu desaparecimento, que segundo especulações, ocorreu na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor. Segundo o livro de II Macabeus, o profeta Jeremias foi o responsável por escondê-la.
Segundo o livro do Êxodo, a montagem da Arca foi orientada por Moisés, que por instruções divinas indicou seu tamanho e forma. Nela foram guardadas as duas tábuas da lei; a vara de Aarão; e um vaso do maná. Estas três coisas representavam a aliança de Deus com o povo de Israel. Para judeus e prosélitos a Arca não era só uma representação, mas a própria presença de Deus.

Construção:

A Bíblia descreve no livro de Êxodo (Êx 25:10 a 22) a Arca da Aliança da seguinte forma: caixa e tampa de madeira de acácia, com 2 côvados e meio de comprimento (um metro e onze centímetros ou 111 cm), e um côvado e meio de largura e altura (66,6 cm). Cobriu-se de ouro puro por dentro e por fora, com uma bordadura de ouro ao redor. - (Êxodo 25:10 a 16)
Para seu transporte, necessário para um povo ainda nômade (nómada), foram colocadas quatro argolas de ouro nas laterais, onde foram transpassados varas de acácia recobertas de ouro. Assim, o objeto podia ser carregado pelo meio do povo.
Sobre a tampa, chamada Propiciatório "o Kapporeth", foi esculpida uma peça em ouro, formada por dois querubins ajoelhados de frente um para o outro, cujas asas esticadas para frente tocavam-se na extremidade, formando um arco, de modo defensor e protetor. Eles se curvavam em direção à tampa em atitude de adoração (Êxodo 25:10-21; 37:7-9). Segundo relato do verso 22, Deus se fazia presente no propiciatório no meio dos dois Querubins de ouro em uma presença misteriosa que os Judeus chamavam Shekinah ou presença de Deus.
A Arca fazia parte do conjunto do Tabernáculo, com outras tantas especificações. Ela ficaria repousada sobre um altar, também de madeira, coberto de ouro, com uma coroa de ouro ao lado.
Somente os sacerdotes levitas poderiam transportar a tocar na arca, e apenas o sumo-sacerdote, uma vez por ano, no dia da expiação, quando a Luz de Shekiná se manifestava, entrava no santíssimo do templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente.
Outros relatos bíblicos se referem ao roubo da arca por outros povos inimigos de Israel (filisteus), que sofreram chagas e doenças enquanto tinham a arca em seu poder. Homens que a tocavam que não fossem levitas ou sacerdotes completamente puros morriam fulminados instantaneamente. Diante dessas terríveis doenças causadas pela presença da Arca do Senhor Deus de Israel, os filisteus se viram numa necessidade de se livrarem do objeto sagrado; então, a mandaram para a cidade de Gate, e logo após para Ecron, sendo sempre rejeitada, o que acarretou na sua devolução ao povo de Israel.

Função e simbologia:

A partir do momento em que as tábuas dos Dez Mandamentos, a Vara de Arão que floresceu (que não só floresceu mas que também brotou améndoas) e o pote de maná escondido foram repousadas no seu interior, a Arca é tratada como o objeto mais sagrado, como a própria representação de Deus na Terra. A Bíblia relata complexos rituais para se estar em sua presença dentro do Tabernáculo.

Segundo a Bíblia, Deus revelava-se como uma fumaça que se manifestava com sua shekiná (presença). Tocá-la era um ato tolo, pois quem a tocasse seria morto, razão pela qual existiam varas para seu transporte.

Trazendo A Arca - Institucional [Full HD]

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

A Superioridade da Nova Aliança


O Antigo Testamento Não Governa o Nosso Serviço Hoje 
O Antigo Testamento, que é aproximadamente 75% da nossa Bíblia, inclui muitas informações importantes. Ele nos oferece o conforto de saber da fidelidade de Deus em cumprir as suas promessas (Romanos 15:4). O Velho Testamento nos instrui, também, por meio de exemplos negativos (1 Coríntios 10:5-11) e positivos (Tiago 5:16-18; Hebreus 11). Ele revela aspectos importantes do caráter de Deus e da vontade geral dele para com os homens.
Mas, quando se trata da legislação de Deus para nos guiar no nosso serviço ao Senhor hoje, devemos buscar estas orientações no Novo Testamento, a aliança revelada por Jesus Cristo para governar todos os homens. Para saber como adorar a Deus, como receber a salvação e como a igreja deve agir, precisamos do Novo Testamento. O Antigo Testamento não governa o nosso serviço a Deus nos dias atuais.
Vamos considerar o ensinamento bíblico sobre as duas alianças e, depois, alguns assuntos específicos de contraste entre elas.
O Antigo Testamento Não Nos Governa Hoje
Deus apareceu no monte Sinai e revelou uma lei de grande importância. Ele falou por meio de Moisés sobre diversos aspectos da conduta do povo de Israel. Aquela lei foi dada especificamente ao povo de Israel, e nunca foi dada como uma lei geral para governar os gentios (as outras nações). Deus disse: “Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a minha voz e guardardes a minha aliança, então, sereis a minha propriedade peculiar dentre todos os povos; porque a terra é minha; vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel (Êxodo 19:5-6). A maioria das pessoas hoje é descendente de outros povos, e não descendentes físicos de Israel. A lei dada no Sinai não foi dada a nós (gentios).
Mesmo para os judeus, a lei foi cumprida e não está mais em vigor. Paulo disse que a lei servia como aio ou tutor, com uma função temporária: “De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé. Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio (Gálatas 3:24-25). O livro de Hebreus mostra que Jesus é o Mediador de uma Nova Aliança, superior ao Antigo Testamento (Hebreus 8:6-9; 10:9b-10).
Paulo, sendo judeu, disse: “Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra (Romanos 7:6). O contexto de Romanos 7 esclarece outro fato. Alguns ensinam hoje uma distinção artificial entre a lei moral e a lei cerimonial. Dizem que a lei moral inclui os dez mandamentos e permanece em vigor, enquanto algumas ordenanças cerimoniais da lei não se aplicam mais. Mas Paulo claramente se referiu a lei toda, incluindo nos seus comentários os dez mandamentos. O exemplo que ele cita quando fala da lei é um dos dez mandamentos: “Não cobiçarás” (Romanos 7:7; cf. Êxodo 20:17). Não vivemos hoje subordinados à lei do Antigo Testamento – nem às ordenanças sobre sacrifícios, nem aos dez mandamentos.
Isto significa que é permitido matar, adulterar, cobiçar, mentir, etc.? Não! A Nova Aliança claramente proíbe tais comportamentos, e devemos ser obedientes ao evangelho de Jesus Cristo. Podemos ilustrar este ponto pensando nas várias constituições do Brasil. Era crime matar antes de 1988, e continua sendo crime matar hoje. Mas, se alguém matar hoje, será julgado pela constituição atual, não pelas anteriores. Da mesma forma, quem mata ou adultera hoje será condenado pela palavra de Cristo na Nova Aliança (João 12:48), e não pelas palavras reveladas a Moisés no monte Sinai.
Diferenças: O Sábado
Deus ordenou que os israelitas guardassem o sábado (Êxodo 20:8-11). Ele falou claramente que foi uma aliança especial com o povo de Israel: “Tu, pois, falarás aos filhos de Israel e lhes dirás: Certamente, guardareis os meus sábados; pois é sinal entre mim e vós nas vossas gerações.... Portanto, guardareis o sábado, porque é santo para vós outros.... Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado.... Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre....” (Êxodo 31:13-17). Deus não deu esta ordem aos gentios em outras terras, e não a repetiu como parte da Nova Aliança. Pelo contrário, Paulo disse: “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo”(Colossenses 2:16-17). Quando chegamos à luz de Cristo, deixamos a sombra para trás!
Diferenças: A Adoração
Quando comparamos o Antigo e o  Novo Testamentos, observamos muitas diferenças em relação à adoração. Devemos lembrar que a adoração é dada pelo homem a Deus, e deve ser feita para agradar ao Senhor. A adoração não é para agradar a nós. Neste ponto, muitas igrejas erram, fazendo seus cultos de adoração para emocionar e agradar às pessoas. Devemos estudar as Escrituras para saber o que Deus pediu na adoração, assim lhe oferecendo a devida honra e glória.
Sacrifícios de animais faziam parte do Antigo Testamento, mas não pertencem ao serviço dos cristãos hoje. O Novo Testamento mostra que estes sacrifícios eram ineficazes (Hebreus 10:4) e que foram oferecidos segundo a lei dada aos israelitas (Hebreus 10:8). É o sacrifício de Jesus, e não o sangue de animais, que nos purifica do pecado (Hebreus 10:11-12).
Incenso foi oferecido no Antigo Testamento (Êxodo 30:1,37), mas não faz parte do louvor dos cristãos no Novo. Podemos usar este fato para observar um princípio importante sobre como usar as Escrituras. Para saber o que Deus quer, precisamos da permissão (autorização) dele. Não precisamos de uma proibição específica para saber que determinada prática não faz parte do nosso serviço ao Senhor. Deus é o chefe da casa (1 Timóteo 3:15) e ele tem direito de determinar o que pode ser feito na casa dele (a igreja). Não devemos ultrapassar o que ele revelou (1 Coríntios 4:6). Se agir sem a permissão dele, estaríamos mudando (removendo) a lei de Cristo (considere as implicações de Hebreus 7:11-14). Se ultrapassar a doutrina de Cristo, perde a comunhão com Deus (2 João 9). Obviamente, todos os servos que amam ao Senhor vão procurar fazer somente o que ele autoriza (Colossenses 3:17). Na Nova Aliança, ele não autorizou a prática de oferecer incenso na adoração, então não devemos adotar tal prática.
Instrumentos musicais foram usados no louvor do Antigo Testamento, mas Deus não deu permissão no Novo Testamento para usá-los na adoração. Este ponto pode ser difícil para muitas pessoas, porque as tendências da maioria das igrejas, especialmente nos séculos recentes, tem sido a adoção de instrumentos musicais como parte fundamental do louvor. Mas os cristãos verdadeiros não se preocupam em seguir tendências humanas, nem em agradar às multidões; procuram agradar a Deus. No Novo Testamento, Deus pediu adoração do coração com a voz, não de instrumentos feitos por mãos humanas (Efésios 5:19; Colossenses 3:16). Alguns podem até tentar justificar os instrumentos musicais por causa de citações simbólicas no Apocalipse, mas este mesmo argumento traria para o nosso louvor o incenso, tronos, coroas, altares, roupas especiais, etc. O simbolismo do Apocalipse não descreve o louvor da igreja na terra.
Havia uma classe separada de sacerdotes no Antigo Testamento, mas não no Novo. Deus deu aos levitas as suas responsabilidades exclusivas, proibindo que outros servissem no santuário (Números 18:22-23a). Mas no Novo Testamento, todos os discípulos de Cristo são sacerdotes (1 Pedro 2:5). Não devemos reverenciar alguns acima de outros, como os judeus faziam (Mateus 23:6-12).
Diferenças: O Dízimo
Os israelitas, no Antigo Testamento, receberam várias instruções sobre o dízimo. A Lei falava da responsabilidade geral de dar o dízimo (Levítico 27:30; Deuteronômio 14:22). Deus ordenou que levassem os dízimos ao lugar por ele escolhido (Deuteronômio 12:6) e ele os deu aos levitas (Números 18:21,24). No final do Antigo Testamento, Deus ainda cobrava os dízimos do povo (Malaquias 3:10). Enquanto a Lei continuava em vigor, antes de sua morte, Jesus falou que as pessoas deviam continuar sendo fiéis nos dízimos (Mateus 23:23).
Mas na Nova Aliança, que entrou em vigor após a morte do Testador (Hebreus 9:15-16), o princípio das ofertas é diferente. Cristãos devem dar com alegria e liberalidade, conforme a sua prosperidade (1 Coríntios 16:1-2; 2 Coríntios 9:6-7,12-13). O princípio atrás das ofertas hoje não é a cobrança de uma porcentagem específica (dízimo significa 10%), mas a decisão de se entregar a Cristo (2 Coríntios 8:3-5).
Hoje, muitas igrejas pregam a obrigação do dízimo, mas o Novo Testamento claramente diz que a cobrança do dízimo era mandamento da Lei: “Ora, os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm mandamento de recolher, de acordo com a lei, os dízimos do povo (Hebreus 7:5). Não temos mais o sacerdócio levítico e não vivemos subordinados à Lei do Antigo Testamento. Por isso, não devemos pregar a obrigação de dar o dízimo.
Conclusão
Aqueles que querem servir a Cristo precisam resistir às tendências de voltar ao Antigo Testamento como a base do nosso serviço hoje. “Mas, tendo vindo a fé, já não permanecemos subordinados ao aio. Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus” (Gálatas 3:25-26). “De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes” (Gálatas 5:4). Vamos andar no Espírito, conforme a revelação da Nova Aliança!                                                                                                                                        
– por Dennis Allan
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