quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Por que a Torah foi dada no deserto?
POR QUE A TORAH FOI DADA NO DESERTO? E A REVELAÇÃO DO CONHECIMENTO DO ETERNO QUE ENCHERÁ A TERRA COMO AS ÁGUAS ENCHEM O MAR!

Embora inegavelmente a TORAH foi outorgada ao POVO JUDEU de forma insubstituível, através de uma aliança perpétua, ela foi dada no deserto para lembrar que deve ser aplicada não só ao povo judeu, mas à todas as nações. Sabemos que existem preceitos exclusivos para o nosso povo e dentre estes preceitos alguns exclusivos para a tribo de Levi (o sacerdócio) e mesmo na tribo de Levi, alguns exclusivos para a Casa de Arão (o sumo sacerdócio). Assim também existem preceitos para homens, para mulheres, para os reis de Israel e etc.

Porém, quanto ao B'nei Noach, ou seja, um incircunciso (dentre as nações) que se converteu ao Eterno, a visão de que SÓ PODE CUMPRIR AS 7 LEIS NOÉTICAS e está proibido de seguir outras leis como o Shabat por exemplo, não tem aval na Torah, nem nos escritos dos profetas. Vários preceitos que não estão incluídos nas leis noéticas, embora não sejam obrigatórios para o B'nei Noach, SÃO ACESSÍVEIS e alguns o ETERNO chega a incentivar a prática, como o Shabat, Matzot e Yom Kipur, por exemplo.

A TORAH foi dada ao nosso povo, e ninguém melhor do que os sábios do nosso povo para ensiná-la, porém é a prática da Torah que extrai a Luz Divina, e esta deve ser incentivada a TODOS, dentro dos critérios de obrigação e acessibilidade. Deixando claro que o B'nei Noach não é uma pessoa que se converteu ao Judaísmo, mas alguém que se uniu ao Eterno embora seja incircunciso. Neste PROPÓSITO, fizemos o SEFER HATALMIDIM, que contém uma apostila e dois CDS, incluindo a recitação das Brachot e rezas de Shacharit, Minchá e Arvit, em uma versão reduzida para iniciantes. Para acompanhar é necessário ter ou adquirir o Sidur da Editora Sefer, que pode ser adquirido conosco ou com a própria Editora Sefer. Quanto ao Sefer Hatalmidim, na apostila encontram-se os fundamentos do Judaísmo da Unidade e nos DVDs os vídeos principais que foram postados no YouTube e uma filmagem da recitação das Brachot e rezas, apresentado por mim, com a participação do Leonardo Levi e do Fábio Oliveira que fazem a maioria das recitações. É fundamental incluir esta prática diária das orações do Sidur, pois certamente levarão a outras práticas dos preceitos da Torah, haja vista que a oração nos conecta de uma forma muito especial com o Eterno.

Um segundo preceito também fundamental que serve como base para o cumprimento de outros mandamentos é O ESTUDO DA TORAH. QUEM ESTUDA E PRATICA A TORAH AGRADA AO ETERNO E COMO IESHUA ENSINOU, CONSTRÓI "A CASA" SOBRE A ROCHA. Uma pessoa assim atravessará as tempestades da vida e permanecerá em pé, pois TEM UMA VIDA ESPIRITUAL SUBSTANCIAL. Concluindo, dos preceitos que são acessíveis para o B'nei Noach, embora não obrigatórios, não se pode colocar obstáculos para o cumprimento, POIS ESTA É A SEMENTE DO SHABAT GADOL quando MASHIACH ESTIVER REINANDO, e então toda a TERRA SE ENCHERÁ DO CONHECIMENTO DO ETERNO, COMO AS ÁGUAS COBREM O MAR.

Se amarmos o ETERNO, O D'US UNO, então cumpriremos os seus preceitos e aprenderemos a amar o próximo como a nós mesmos, pois DISTO SE TRATA OS 613 PRECEITOS, nos ensinar a amar ao Eterno e cuidar de nós e dos outros segundo o MANUAL DO FABRICANTE DO SER HUMANO, a TORAH.

Texto de Marcos Andrade Abrã

Nomes de Deus no judaísmo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Por desconhecerem a entonação fonética do alfabeto hebraico o judaísmo, refere-se ao Criador de diversas formas diferentes, que representam a concepção judaica sobre a divindade e o relacionamento Dele com o ser humano e com o povo judeu segundo a região. Na Polônia a divindade Deus é lida no modo iídiche e no ocidente o mesmo nome, escrito da direita para esquerda com caracteres hebraicos e alocado ao fonologia romana ou seja qual for o idioma da região em que se encontrarem, Yahweh ou Javé (no hebraico Yahvéh), sendo Yahweh a forma mais comum do tetragrama יהוה.
Tem por formas mais comum de pronuncias do tetragrama: Yahweh ou Javé (Yahvéh), sendo Yahweh a forma mais comum do tetragrama יהוה.
Dentro do judaísmo, o nome mais importante do Criador é o que conhecemos como tetragrama, nome dado às quatro letras que formam o nome da divindade. Este nome é em hebraico יהוה(YHWH), que de acordo com a tradição judaica é a terceira pessoa do imperfeito no singular do verbo ser . Esta teoria é baseada no Êxodo capítulo terceiro, versículo décimo-quarto, constitui a base do monoteísmo judaico-cristão.
Acréscimo meu: 3:14-15  E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós.
15  E Deus disse mais a Moisés: Assim dirás aos filhos de Israel: O SENHOR Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó, me enviou a vós; este é meu nome eternamente, e este é meu memorial de geração em geração.
Devido ao mandamento de não pronunciar o nome do criador em vão, desenvolveu-se entre os judeus um profundo sentimento de reverência para com esta palavra, de forma que a pronúncia correta tornou-se restrita, somente utilizado em ocasiões de extrema solenidade como no dia doYom Kippur. Em outras ocasiões, pronunciava-se Adonai (meu Amo, meu Senhor) em lugar do nome do Criador. Com o tempo, esta pronúncia perdeu-se e qualquer tentativa de se estabelecer a pronúncia correta é sujeita a discussões diversas.
A forma reduzida do termo Yah é utilizada como prefixo e sufixo de diversos nomes hebraicos como Yehoshua (Yah no início: Yah + Hoshea), Yermeyahu (Yah no final + u), entre outros.

O tetragrama

O tetragrama emfenício (1100 a.C. até300 d.C.), em aramaico(séc.10 a.C. até 0 ) e em hebraico moderno.
Tem por formas mais comum de pronuncias do tetragrama: Yahweh ou Javé (Yahvéh), sendo Yahweh a forma mais comum do tetragrama יהוה.
Dentro do judaísmo, o nome mais importante do Criador é o que conhecemos como tetragrama, nome dado às quatro letras que formam o nome da divindade. Este nome é em hebraico יהוה(YHWH), que de acordo com a tradição judaica é a terceira pessoa do imperfeito no singular do verbo ser . Esta teoria é baseada no Êxodo capítulo terceiro, versículo décimo-quarto, constitui a base do monoteísmo judaico-cristão.
Devido ao mandamento de não pronunciar o nome do criador em vão, desenvolveu-se entre os judeus um profundo sentimento de reverência para com esta palavra, de forma que a pronúncia correta tornou-se restrita, somente utilizado em ocasiões de extrema solenidade como no dia doYom Kippur. Em outras ocasiões, pronunciava-se Adonai (meu Amo, meu Senhor) em lugar do nome do Criador. Com o tempo, esta pronúncia perdeu-se e qualquer tentativa de se estabelecer a pronúncia correta é sujeita a discussões diversas.
A forma reduzida do termo Yah é utilizada como prefixo e sufixo de diversos nomes hebraicos como Yehoshua (Yah no início: Yah + Hoshea), Yermeyahu (Yah no final + u), entre outros.



Baruch HaShem - Bendito seja o nome 

Baruch - bendito, ou abençoado 
Ha - artigo definido (o, a, os, as) 
Shem - nome 

Em hebraico o verbo 'ser' e 'estar' são subentendidos, não constam no texto hebraico, então o que você perguntou deve significar: 

Baruch HaShem - Bendito seja o nome 

Provavelmente, onde você viu esta expressão, esta parte pode estar associada na sequência ao nome do Senhor (YHWH), na qual devemos não pronunciar este nome em vão (Ex 20.7), preferindo substituí-lo respeitosamente por Adonay (Senhor): 

Baruch HaShem Adonay - Bendito seja o nome do SENHOR! 

Na bíblia Almeida, Adonay e YHWH aparecem em português distinguidos desta forma: 

Adonay - Senhor 
YHWH - SENHOR 
A Bíblia: Única regra de fé e prática
Texto Base: Salmo 119:97-112
IIntrodução
Milhões de pessoas lêem a Bíblia – algumas diariamente, outras esporadicamente. Outros milhões gostariam de saber como ler a Bíblia. Existe uma sede insaciável por esta coleção antiga de escritos que tem uma mensagem poderosa para os nossos dias.
Por que queremos ler a Bíblia? Se a única razão for a de adquirir conhecimento sobre acontecimentos e pessoas – tornar-se um especialista em fatos históricos – estamos perdendo algo essencial. Os autores da Bíblia tinham uma intenção mais profunda que apenas aumentar o conhecimento de seus leitores. Eles pretendiam que aqueles que lessem suas obras tivessem suas vidas transformadas.
Algumas perguntas precisam ser feitas e respondidas. O que significa a Bíblia para nós? Qual o lugar que ela tem em minha e em sua vida? Quando comparada a outras autoridades e textos ditos sagrados, onde colocamos a nossa Bíblia?

Um Livro dado por Deus:

Em primeiro lugar, cremos que a Bíblia tem origem divina. Não da mesma forma que os muçulmanos, que dizem que o seu Alcorão veio diretamente do céu, ou como os mórmons, que dizem que o seu livro foi traduzido de placas de ouro por um anjo.

Nós sabemos que a Bíblia foi escrita dentro de um contexto histórico, por homens que viveram numa determinada época dirigindo-se a um povo de um certo momento histórico. Ou seja, a Bíblia foi escrita por homens assim como você e eu. Eles não eram super nem sobre-humanos. Mesmo assim, cremos que a Bíblia foi inspirada por Deus, que os homens que a escreveram eram guiados por Deus, e por isso, a Bíblia é o livro de Deus para nós (2 Pedro 1:21).
O cristão crê que toda a Bíblia foi inspirada por Deus. não apenas parte dela. É claro que algumas partes revelam. mais do que outras, sobre quem Deus é e sua maneira de agir. Compare, por exemplo, o Evangelho segundo João e o livro de Números. Ambos, certamente, são inspirados mas, sem dúvida, o evangelho segundo João nos mostra mais sobre Deus e o plano da salvação do que Números. Mesmo assim, ambos são vitais para entendermos melhor o projeto divino.

Podemos confiar no texto bíblico porque o Espírito Santo orientou os autores humanos a escreverem a história verdadeira sobre o que Deus fez na história e qual é a Sua vontade. A Declaração de Fé da CIBI afirma: “CREMOS na Bíblia como Palavra de Deus, escrita por homens vocacionados e preparados por Deus, os quais sob a inspiração do Espírito Santo expressaram a mensagem divina, que pode ser transmitida a povos de qualquer raça e cultura.”



Por que a inscrição na cruz é apresentada de forma diferente em cada um dos Evangelhos?
Postado em Meu Blog, pata levar através da palavra a divulgações da palavra de Deus. Amém
MATEUS 27:37 (cf. Mc 15:26; Lc 23:38; Jo 19:19) – Por que a inscrição na cruz é apresentada de forma diferente em cada um dos Evangelhos?

PROBLEMA:
 As palavras de acusação colocadas acima da cabeça de Cristo na cruz são mencionadas de forma diferente em cada um dos quatro Evangelhos.
Mateus: “Este é Jesus, o rei dos judeus” (27:37). Marcos: “O rei dos judeus” (15:26). Lucas: “Este é o rei dos judeus” (23:38). João: “Jesus nazareno, o rei dos judeus” (19:19).
SOLUÇÃO: Mesmo havendo uma diferença naquilo que está omitido, a importante expressão “o rei dos judeus” é idêntica nos quatro Evangelhos. As diferenças podem ser devidas a diversas razões.
Primeiro, João 19:20 diz: “Muitos judeus leram este título, porque o lugar em que Jesus fora crucificado era perto da cidade; e estava escrito em hebraico, latim e grego”. Daí se vê que aquelas palavras acima da cabeça de Cristo foram escritas em pelo menos três línguas diferentes, e algumas das diferenças podem ter-se originado pela tradução de línguas diferentes.
Além disso, é possível que cada um dos Evangelhos esteja apresentando apenas uma parte da expressão completa, como segue:

Mateus: “Este é Jesus [nazareno], o rei dos judeus”.
Marcos:” [Este é Jesus nazareno, ] o rei dos judeus”.
Lucas: “Este é [Jesus nazareno,] o rei dos judeus”.
João: “[Este é] Jesus nazareno, o rei dos judeus”.
Assim, a expressão completa deve ter sido: “Este é Jesus nazareno, o rei dos judeus”. Nesse caso, cada Evangelho está dando a parte essencial (“o rei dos judeus”), mas nenhum deles fornece a inscrição completa, nem se contradizem entre si. Os relatos são diferentes e mutuamente complementares, mas não são contraditórios.
Fonte: Manual popular de dúvidas, enigmas e contradições da Bíblia
Norman L. Geisler – Thomas A. Howe

A inscrição em cima da Cruz



Por Judith Green
“Pilatos escreveu também uma inscrição e a colocou em cima da Cruz. Nela estava escrito: Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus. Muitos dos Judeus leram esta inscrição, porque o lugar onde Jesus foi crucificado ficava perto da cidade; e estava escrito em Hebraico, em Latim e em Grego”. (João 19:19-20).
Uma intrigante passagem no Evangelho de João, descreve detalhadamente a crucificação, incluindo a inscrição escrita pelo próprio Pilatos e afixada à cruz. A acusação oficial contra Jesus parece ter sido desafiar a autoridade dos Romanos na Judéia proclamando si mesmo, ou sendo proclamado, “Rei dos Judeus”. É bastante plausível que havia essa inscrição, proclamando o crime do homem sendo punido, como sabemos dessa prática de outras fontes históricas Latinas do período em que se descreve os criminosos usando sinais em torno de seu pescoço, ou acima de seus corpos, descrevendo seu crime e castigo. Na verdade, todos os quatro Evangelistas mencionam a inscrição em cima da Cruz, mas só em João a inscrição, chamada titulus em Latim, é relatada como sendo em três idiomas.
Enquanto se discute acaloradamente sobre a língua que o próprio Jesus falava (talvez mais de uma?), este versículo deixa clara a natureza tri-lingue de seu ambiente Palestino. O afresco abaixo do pintor Renascentista Italiano, Fra Angelico, de um Mosteiro Dominicano em Fiesole (1434), ilustra as línguas da inscrição na barra horizontal da cruz. Esta representação cuidadosa reflete o novo interesse nas línguas antigas durante o Renascimento.
A versão Latina mencionada em João, IESUS NAZARENUS REX IOUDAEORM, resulta na sigla INRI, uma abreviação que é encontrada em cima da cruz em tantas imagens. O Grego, Ἰησοῦς ὁ Ναζωραῖος ὁ Βασιλεὺς τῶν Ἰουδαίων = Jesus o Nazareno, o Rei dos Judeus, dá origem a uma discussão entre os Judeus e Pilatos nos versículos seguintes em João:
“ Então os Sumos Sacerdotes dos Judeus diziam a Pilatos, ‘não escreva O Rei dos Judeus, mas Ele disse eu sou Rei dos Judeus.’ Mas Pilatos respondeu, “O que escrevi, escrevi.” (João 19:21-22).
O que perturba os Sumos Sacerdotes? Aqui está um ponto de gramática Grega! Em Inglês, há uma diferença entre dizer “o livro” e “um livro”. “O” é chamado o “artigo definido”, e indica um livro específico e definido. Considerando que “a” é o “artigo indefinido”, e indica qualquer livro, ainda não especificado. Em Grego, há também um artigo definido e é utilizado na inscrição de Pilatos, referindo-se aO Rei dos Judeus, um título absoluto. Claro, os Sumos Sacerdotes não aceitam este título para Jesus; eles só estão dispostos a aceitar o fato de que ele poderia ter chamado a si mesmo Um Rei dos Judeus, talvez uma das muitas pessoas que se chamavam a si mesmas com este título. É muito perspicaz de João, tanto em termos de psicologia Judaica, o ambiente lingüístico Palestino e em seu entendimento da gramática Grega! Novamente, ele se destaca dos Evangelhos sinóticos nesta descrição da cruz. A versão Hebraica dada por Fra Angelico também é correta: ישוע הנצרי ומלך היהודים = Jesus o Nazareno e o Rei dos Judeus. (difícil ver este texto na reprodução, mas acredite em mim!).
A ilustração final abaixo é uma inscrição Latina única. Chama-se a Pedra de Pilatos e é um bloco de pedra calcária com uma inscrição entalhada atribuída a Pôncio Pilatos, prefeito da província da Judeia controlada por Roma durante a vida de Jesus. A pedra foi encontrada em 1961 por uma equipe de arqueólogos Italianos e é sem igual porque é a única descoberta arqueológica universalmente aceita com uma inscrição mencionando o nome de “Pôncio Pilatos” até hoje – veja no final da segunda linha. Foi encontrada no antigo teatro construído por Herodes o Grande, na atual cidade de Cesaréia, que era a capital da Província da Judéia quando Pôncio Pilatos era o governador Romano.
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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

O nascimento de João Batista

LUCAS-1:57-80

57  E completou-se para Isabel o tempo de dar à luz, e teve um filho.
58  E os seus vizinhos e parentes ouviram que tinha Deus usado para com ela de grande misericórdia, e alegraram-se com ela.
59  E aconteceu que, ao oitavo dia, vieram circuncidar o menino, e lhe chamavam Zacarias, o nome de seu pai.
60  E, respondendo sua mãe, disse: Não, porém será chamado João.
61  E disseram-lhe: Ninguém há na tua parentela que se chame por este nome.
62  E perguntaram por acenos ao pai como queria que lhe chamassem.
63  E, pedindo ele uma tabuinha de escrever, escreveu, dizendo: O seu nome é João. E todos se maravilharam.
64  E logo a boca se lhe abriu, e a língua se lhe soltou; e falava, louvando a Deus.
65  E veio temor sobre todos os seus vizinhos, e em todas as montanhas da Judéia foram divulgadas todas estas coisas.
66  E todos os que as ouviam as conservavam em seus corações, dizendo: Quem será, pois, este menino? E a mão do Senhor estava com ele.
O cântico de Zacarias
67  E Zacarias, seu pai, foi cheio do Espírito Santo, e profetizou, dizendo:
68  Bendito o Senhor Deus de Israel, Porque visitou e remiu o seu povo,
69  E nos levantou uma salvação poderosa Na casa de Davi seu servo.
70  Como falou pela boca dos seus santos profetas, desde o princípio do mundo;
71  Para nos livrar dos nossos inimigos e da mão de todos os que nos odeiam;
72  Para manifestar misericórdia a nossos pais, E lembrar-se da sua santa aliança,
73  E do juramento que jurou a Abraão nosso pai,

74  De conceder-nos que, Libertados da mão de nossos inimigos, o serviríamos sem temor,
75  Em santidade e justiça perante ele, todos os dias da nossa vida.
76  E tu, ó menino, serás chamado profeta do Altíssimo, Porque hás de ir ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos;
77  Para dar ao seu povo conhecimento da salvação, Na remissão dos seus pecados;
78  Pelas entranhas da misericórdia do nosso Deus, Com que o oriente do alto nos visitou;
79  Para iluminar aos que estão assentados em trevas e na sombra da morte; A fim de dirigir os nossos pés pelo caminho da paz.
80  E o menino crescia, e se robustecia em espírito. E esteve nos desertos até ao dia em que havia de mostrar-se a Israel.