domingo, 24 de maio de 2015

                                                                                   
Em uma pequena aldeia no interior de um grande e populoso país, vivia um mestre diferente dos demais mestres. Esse mestre mantinha uma pequena escola onde ensinava uma das suas especialidades, a paciência. Ele era conhecido em todo país como o Mestre da Paciência. A fama desse mestre era que ele conseguia derrotar qualquer adversário usando a paciência. E isso trazia muita curiosidade nas pessoas, por isso, suas aulas estavam sempre cheias.
Um dia um grupo de homens maldosos resolveu que iria desmascarar esse mestre e tramou uma armadilha contra ele. Escolheram dentre eles o mais maldoso, que foi incumbido de ir até o mestre e destruir a sua fama de mestre da paciência, usando todos os recursos que fossem necessários.
Numa das tardes em que o mestre da paciência estava ensinando uma de suas turmas de alunos, chegou até a porta esse homem gritando e dizendo toda sorte de palavras de baixo calão, com a intenção clara de desafiar o mestre.
O mestre levantou-se calmamente, como de costume, e foi em direção aquele homem. Todos se levantaram para acompanhar o que o mestre faria. O mestre chegou perto do homem e parou. Então o homem começou a insultá-lo gritando muito e com muitas ofensas. Vendo que o mestre parecia não ser atingido começou a jogar pedras em sua direção; também cuspia tentando acertá-lo e o ofendia de todas as formas possíveis.
Várias e várias horas se passaram, os insultos continuavam, mas o velho mestre permaneceu inalterado, sem esboçar qualquer reação.
No final da tarde, o homem que ofendia o mestre, sentindo-se humilhado e bastante cansado, parou com os insultos e as tentativas de violência e retirou-se cabisbaixo.
Os alunos do mestre da paciência, impressionados com tudo aquilo que presenciaram, chamaram o mestre e lhe perguntaram:
- Mestre, como o senhor pode agüentar tamanha provocação? Aquele homem te humilhou, te xingou, feriu a sua dignidade e também agiu com violência contra o senhor!
Então o mestre respondeu aos seus alunos, após pensar por alguns segundos:
- Alunos, quando alguém lhe traz um presente, e você não o aceita, esse presente pertence a quem?
- A pessoa que mandou entregá-lo, mestre!
- Assim também acontece com a inveja, com a cobiça, com a raiva, com os insultos e com toda e qualquer coisa negativa que as pessoas tentem te entregar, seja com violência ou não. Quando essas coisas não são aceitas, permanecem pertencendo a quem as carregava consigo. Aquele homem tentou por toda a tarde me entregar ódio, raiva, ira, insultos e violência, mas eu não os recebi, portanto, ele teve de os levar de volta!
Então, os alunos viram na prática mais uma aula do mestre da paciência, que conseguira vencer mais uma batalha apenas colocando em prática a sua paciência!
 “Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração” (Tiago 5:8)

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Deus cuidará de você

Não me rejeites na minha velhice, quando me faltarem as forças, não me desampares. Sal. 71:9.


A vida com Cristo é bela e gratificante em todas as suas etapas. Ser criança tem suas vantagens e desvantagens. Você pode dormir e brincar o dia todo sem preocupação, mas não pode ir aonde quer. A juventude chega trazendo suas coisas boas e más. Você toma suas próprias decisões, tem força, energia, pode escalar o pico mais alto ou mergulhar nas águas cristalinas do mar à procura de corais. Mas não tem a experiência que só a vida dá. Muitas vezes você paga um preço muito alto por isso.

Um dia, a velhice chega. Aposentado, você vê suas responsabilidades cumpridas e seus filhos grandes e prósperos. Mas sente o peso dos anos. A visão se apaga, a audição diminui e as forças minguam.

Essa é uma realidade da qual ninguém escapa. Você precisa de sabedoria para administrar a velhice e desfrutar as coisas boas que a vida lhe reserva. O que importa é o que Davi pede no salmo de hoje: “Não Te ausentes de mim, ó Deus.” Verso 12.

Uma vida sem Deus é uma vida vazia, oca e sem sentido. Uma velhice sem Ele é uma tarde cinzenta. Anuncia a chegada de trevas, solidão e desamparo. Vale a pena viver cada minuto da existência em comunhão com o Deus da vida.

Hoje, não importa que etapa da vida você esteja vivendo, diga em seu coração: “Não me rejeites na minha velhice, quando me faltarem as forças, não me desampares.”

[Fonte: Meditações Diárias  2007, p.170]
ISAÍAS 1:10-25
10 Ouvi a palavra do Senhor, vós poderosos de Sodoma; dai ouvidos à lei do nosso Deus, ó povo de Gomorra.
11 De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios, diz o Senhor? Já estou farto dos holocaustos de carneiros, e da gordura de animais cevados; nem me agrado de sangue de bezerros, nem de cordeiros, nem de bodes.
12 Quando vindes para comparecer perante mim, quem requereu isto de vossas mãos, que viésseis a pisar os meus átrios?
13 Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e as luas novas, e os sábados, e a convocação das assembléias; não posso suportar iniqüidade, nem mesmo a reunião solene.
14 As vossas luas novas, e as vossas solenidades, a minha alma as odeia; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer.
15 Por isso, quando estendeis as vossas mãos, escondo de vós os meus olhos; e ainda que multipliqueis as vossas orações, não as ouvirei, porque as vossas mãos estão cheias de sangue.
16 Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer mal.
17 Aprendei a fazer bem; procurai o que é justo; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas.
18 Vinde então, e argüi-me, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.
19 Se quiserdes, e obedecerdes, comereis o bem desta terra.
20 Mas se recusardes, e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do Senhor o disse.
21 Como se fez prostituta a cidade fiel! Ela que estava cheia de retidão! A justiça habitava nela, mas agora homicidas.
22 A tua prata tornou-se em escórias, o teu vinho se misturou com água.
23 Os teus príncipes são rebeldes, e companheiros de ladrões; cada um deles ama as peitas, e anda atrás das recompensas; não fazem justiça ao órfão, e não chega perante eles a causa da viúva.
24 Portanto diz o Senhor, o Senhor dos Exércitos, o Forte de Israel: Ah! tomarei satisfações dos meus adversários, e vingar-me-ei dos meus inimigos.
25 E voltarei contra ti a minha mão, e purificarei inteiramente as tuas escórias; e tirar-te-ei toda a impureza.
O VERDADEIRO JEJUM QUE DEUS APRECIA, ISAÍAS
 58:6

Clama em alta voz, sem constrangimento; faze soar a tua voz como a corneta. Denuncia a meu povo suas faltas, e à casa de Jacó seus pecados.
Sem dúvida eles me procuram dia após dia, desejam conhecer o comportamento que me agrada, como uma nação que houvesse sempre praticado a justiça, sem abandonar a lei de seu Deus. Informam-se junto a mim sobre as exigências da justiça, desejam a presença de Deus.
De que serve jejuar, se com isso não vos importais? E mortificar-nos, se nisso não prestais atenção? É que no dia de vosso jejum, só cuidais de vossos negócios, e oprimis todos os vossos operários.
Passais vosso jejum em disputas e altercações, ferindo com o punho o pobre. Não é jejuando assim que fareis chegar lá em cima vossa voz.
O jejum que me agrada porventura consiste em o homem mortificar-se por um dia? Curvar a cabeça como um junco, deitar sobre o saco e a cinza? Podeis chamar isso um jejum, um dia agradável ao Senhor?
Sabeis qual é o jejum que eu aprecio? - diz o Senhor Deus: É romper as cadeias injustas, desatar as cordas do jugo, mandar embora livres os oprimidos, e quebrar toda espécie de jugo.
É repartir seu alimento com o esfaimado, dar abrigo aos infelizes sem asilo, vestir os maltrapilhos, em lugar de desviar-se de seu semelhante.
Então tua luz surgirá como a aurora, e tuas feridas não tardarão a cicatrizar-se; tua justiça caminhará diante de ti, e a glória do Senhor seguirá na tua retaguarda.
Então às tuas invocações, o Senhor responderá, e a teus gritos dirá: Eis-me aqui! Se expulsares de tua casa toda a opressão, os gestos malévolos e as más conversações;
se deres do teu pão ao faminto, se alimentares os pobres, tua luz levantar-se-á na escuridão, e tua noite resplandecerá como o dia pleno.
O Senhor te guiará constantemente, alimentar-te-á no árido deserto, renovará teu vigor. Serás como um jardim bem irrigado, como uma fonte de águas inesgotáveis.
Reerguerás as ruínas antigas, reedificarás sobre os alicerces seculares; chamar-te-ão o reparador de brechas, o restaurador das moradias em ruínas.
Se te abstiveres de calcar aos pés o sábado, de cuidar de teus negócios no dia que me é consagrado, se achares o sábado um dia maravilhoso, se achares respeitável o dia consagrado ao Senhor, se tu o venerares não seguindo os teus caminhos, não te entregando às tuas ocupações e às conversações,
então encontrarás tua felicidade no Senhor: eu te farei galgar as alturas da terra, e gozar a herança de Jacó, teu pai; porque a boca do Senhor falou.
Isaías 58:1-14


Filosofia versus fé bíblica: de que lado o seu coração está?

  

Em seu mais simples conceito, extraído do dicionário Wikipédia, "filosofia é o estudo de problemas fundamentais relacionados à existência, ao conhecimento, à verdade, aos valores morais e estéticos, à mente e à linguagem. Ao abordar esses problemas, a filosofia se distingue da mitologia e da religião por sua ênfase em argumentos racionais; por outro lado, diferencia-se das pesquisas científicas por geralmente não recorrer a procedimentos empíricos em suas investigações. Entre seus métodos, estão a análise conceptual, as experiências de pensamento, a argumentação lógica e outros métodos a priori".

Por isto, falar sobre a fé bíblico-cristã a eruditos, mais especialmente aos amantes da filosofia (em face dos "seus argumentos racionais"), é algo possível apenas com a graça de Deus em ação, para capacitar o pregador e abrir os ouvidos de quem está surdo para as coisas espirituais (no caso, os filósofos que não são convertidos ao Evangelho).

E esta foi a luta do Apóstolo Paulo em boa parte da sua peregrinação terrena, depois de ter passado pela experiência de conversão. Isto se confirma especialmente na longa e belíssima pregação feita no areópago, em Atenas, conforme relato de Atos 17, naquele duelo travado com os eruditos/filósofos da época.

Para engrossar o caldo, há os cristãos que se iniciam e se aventuram nas “viagens” filosóficas, e que, após o término do “cruzeiro acadêmico”, raramente mantêm a sua crença nas Escrituras (geralmente começam a duvidar da inspiração bíblica e da canonicidade dos livros do AT e/ou NT, além de passarem a assumir um cristianismo apenas de fachada, sem dizerem de que lado os seus corações realmente estão). E no caso mais extremo, há os que se tornam apóstatas, provando que nunca foram convertidos.

Entretanto, conheço uma pessoa que, finalizada a sua graduação em filosofia, manteve-se irrefutável em sua fé biblica. Inclusive se encontra em fase de dissertação do mestrado em teologia, guardando a sua fé em Jesus e crendo que “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça, para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra” (2Timóteo 3:16-17). Este é um daqueles servos a quem Jesus proferirá às seguintes palavras: ”Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra” (Apocalipse 3:10) ... “... Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mateus 25:34).

Termino esta breve reflexão ainda mencionando as seguintes passagens bíblicas:

“Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério” (2 Timóteo 4:1-5)

“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Colossenses 2:8)

“Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas; mas nós mesmos vimos a sua majestade” (2 Pedro 1:16)

“Todavia o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo : O Senhor conhece os que são seus, e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniquidade” (2 Timóteo 2:19)

“Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro” (1 João 4:6)

“E tu, meu filho Salomão, conhece o Deus de teu pai, e serve-o com um coração perfeito e com uma alma voluntária; porque esquadrinha o Senhor todos os corações, e entende todas as imaginações dos pensamentos; se o buscares, será achado de ti; porém, se o deixares, rejeitar-te-á para sempre” (1 Crônicas 28:9).
Ilustrações cristãs: O grande desafio do mestre da paciênciaPostado por  em: Esboços e IlustraçõesEm uma pequena aldeia no interior de um grande e populoso país, vivia um mestre diferente dos demais mestres. Esse mestre mantinha uma pequena escola onde ensinava uma das suas especialidades, a paciência. Ele era conhecido em todo país como o Mestre da Paciência. A fama desse mestre era que ele conseguia derrotar qualquer adversário usando a paciência. E isso trazia muita curiosidade nas pessoas, por isso, suas aulas estavam sempre cheias.
Um dia um grupo de homens maldosos resolveu que iria desmascarar esse mestre e tramou uma armadilha contra ele. Escolheram dentre eles o mais maldoso, que foi incumbido de ir até o mestre e destruir a sua fama de mestre da paciência, usando todos os recursos que fossem necessários.
Numa das tardes em que o mestre da paciência estava ensinando uma de suas turmas de alunos, chegou até a porta esse homem gritando e dizendo toda sorte de palavras de baixo calão, com a intenção clara de desafiar o mestre.
O mestre levantou-se calmamente, como de costume, e foi em direção aquele homem. Todos se levantaram para acompanhar o que o mestre faria. O mestre chegou perto do homem e parou. Então o homem começou a insultá-lo gritando muito e com muitas ofensas. Vendo que o mestre parecia não ser atingido começou a jogar pedras em sua direção; também cuspia tentando acertá-lo e o ofendia de todas as formas possíveis.
Várias e várias horas se passaram, os insultos continuavam, mas o velho mestre permaneceu inalterado, sem esboçar qualquer reação.
No final da tarde, o homem que ofendia o mestre, sentindo-se humilhado e bastante cansado, parou com os insultos e as tentativas de violência e retirou-se cabisbaixo.
Os alunos do mestre da paciência, impressionados com tudo aquilo que presenciaram, chamaram o mestre e lhe perguntaram:
– Mestre, como o senhor pode aguentar tamanha provocação? Aquele homem te humilhou, te xingou, feriu a sua dignidade e também agiu com violência contra o senhor!
Então o mestre respondeu aos seus alunos, após pensar por alguns segundos:
– Alunos, quando alguém lhe traz um presente, e você não o aceita, esse presente pertence a quem?
– A pessoa que mandou entregá-lo, mestre!
– Assim também acontece com a inveja, com a cobiça, com a raiva, com os insultos e com toda e qualquer coisa negativa que as pessoas tentem te entregar, seja com violência ou não. Quando essas coisas não são aceitas, permanecem pertencendo a quem as carregava consigo. Aquele homem tentou por toda a tarde me entregar ódio, raiva, ira, insultos e violência, mas eu não os recebi, portanto, ele teve de os levar de volta!
Então, os alunos viram na prática mais uma aula do mestre da paciência, que conseguira vencer mais uma batalha apenas colocando em prática a sua paciência!
 “Sede vós também pacientes e fortalecei o vosso coração” (Tiago 5:8)