domingo, 9 de novembro de 2014


1 Timóteo 6:7-10

Pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar; por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos. Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição, pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos. 



Pois o Senhor, o seu Deus, os está levando a uma boa terra, cheia de riachos e tanques de água, de fontes que jorram nos vales e nas colinas; terra de trigo e cevada, videiras e figueiras, de romãzeiras, azeite de oliva e mel; terra onde não faltará pão e onde não terão falta de nada; terra onde as rochas têm ferro e onde vocês poderão extrair cobre das colinas. "Depois que tiverem comido até ficarem satisfeitos, louvem o Senhor, o seu Deus, pela boa terra que deu a vocês. Tenham o cuidado de não se esquecer do Senhor, o seu Deus, deixando de obedecer aos seus mandamentos, às suas ordenanças e aos seus decretos que hoje ordeno a vocês. Não aconteça que, depois de terem comido até ficarem satisfeitos, de terem construído boas casas e nelas morado, de aumentarem os seus rebanhos, a sua prata e o seu ouro e todos os seus bens, o seu coração fique orgulhoso e vocês se esqueçam do Senhor, o seu Deus, que os tirou do Egito, da terra da escravidão. Ele os conduziu pelo imenso e pavoroso deserto, por aquela terra seca e sem água, de serpentes e escorpiões venenosos. Ele tirou água da rocha para vocês e os sustentou no deserto com maná, que os seus antepassados não conheciam, para humilhá-los e prová-los, a fim de que tudo fosse bem com vocês. Não digam, pois, em seu coração: 'A minha capacidade e a força das minhas mãos ajuntaram para mim toda esta riqueza'. Mas, lembrem-se do Senhor, o seu Deus, pois é ele que dá a vocês a capacidade de produzir riqueza, confirmando a aliança que jurou aos seus antepassados, conforme hoje se vê. 

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

"Inclina, ó Deus meu, os ouvidos e ouve; abre os olhos e olha para a nossa desolação e para a cidade que é chamada pelo Teu nome, porque não lançamos as nossas súplicas perante a Tua face fiados em nossas justiças, mas em Tuas muitas misericórdias." Daniel 9:18

AS CIDADES ANTIGAS ERAM CERCADAS DE ALTOS MUROS. Às vezes, parte de um muro caía, deixando os habitantes vulneráveis aos ataques. Homens fortes logo se punham nas brechas para proteger os cidadãos adormecidos. Em uma época de apostasia nacional, Deus disse a Ezequiel: "Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante Mim, a favor desta terra, para que Eu não a destruísse; mas a ninguém achei" (
Ezequiel 22:30). Então, Ele permitiu que os babilônios destruíssem Jerusalém, devastassem Judá e levassem seu povo cativo.

Existiram grandes intercessores na história da Bíblia. Abraão intercedeu quanto pôde com Deus em favor da população ímpia de Sodoma (
Gên. 18:16-19:29). Moisés pleiteou em favor de Israel rebelde, disposto a ter seu próprio nome riscado do livro da vida para que eles pudessem viver (Êxo. 32:31 e 32). Neste papel, Daniel é semelhante a Jesus, que sempre vive para fazer intercessão por nós (Heb. 7:25).

Daniel, Filho de Deus - 
Dan. 2:14-23

Sendo membro da família real, Daniel cresceu na corte do bom rei Josias. Quando criança, ele sem dúvida leu o livro de Deuteronômio, recém-descoberto, depois de estar perdido durante o reinado do mau rei Manassés (
II Crôn. 34:14Deut. 31:24-26). Ouvindo o rei Josias jurar seguir o Senhor e obedecer às palavras do concerto escrito no livro (II Crôn. 34:31), seu jovem coração deve ter-se emocionado com a resolução de fazer o mesmo. Dali em diante, o livro de Deuteronômio provavelmente foi uma influência profunda em sua vida.

O menino Daniel deve ter ouvido Jeremias apelar ao povo de Judá para voltar a seu divino Marido (
Jeremias 3); e deve ter ficado desalentado por sua obstinada resistência. Quando Daniel era adolescente, um evento trágico aconteceu – o rei Josias morreu em batalha. Daniel deve ter lamentado profundamente, junto com Jeremias e todo o povo (II Crôn. 35:23-25). Os sucessores de Josias foram homens fracos que se rebelaram contra o poder nascente de Babilônia, levando Nabucodonosor e seus exércitos a entrar em Jerusalém, saquear o templo, capturar alguns reféns da família real e levá-los consigo para uma jornada de aproximadamente 750 quilômetros até Babilônia (Dan. 1:3 e 4). Daniel foi um desses reféns.

Leia 
Daniel 1:17-20 e 2:1-18. O que estes eventos nos dizem sobre o caráter de Daniel e sobre a importância que ele dava à oração?

Agora leia oração de ação de graças de Daniel em 
2:19-23. Que conceito sobre Deus cada um dos versos seguintes ensina? v. 20 a 23

Antes de comparecer perante o rei Nabucodonosor com a interpretação do seu estranho sonho, Daniel agradeceu a Deus por responder à sua oração pedindo sabedoria.

A Vida Devocional de Daniel - 
Daniel 6

O ano 539 a.C. foi um tempo tumultuado na vida de Daniel. Agora com oitenta anos, ele testemunhou a queda de Babilônia, no ataque dos persas ocorrido à meia-noite, e a ascensão ao trono de Dario, o Medo (
Dan. 5:30 e 319:1). Dario mostrou extraordinária confiança em Daniel, incluindo-o em seu governo com a intenção de torná-lo primeiro-ministro. A trama política provocada por esse plano quase custou a vida de Daniel (cap. 6).

Em meio a esse tumulto, o coração de Daniel pesava com uma preocupação mais profunda: O que seria de seu povo?

Estudando o livro de Jeremias, ele cria haver chegado o tempo de os judeus voltarem para sua pátria, depois de 70 anos de exílio (
Jer. 25:11 e 12). É até possível que ele esperasse que o retorno resultasse no estado da Nova Terra, pois Isaías havia misturado os dois eventos (veja Isaías 35:66). Porém, suas próprias visões nas décadas passadas apontavam para uma sucessão de impérios opressivos, culminando com um poder maligno que destruiria os santos e o santuário antes que Deus instalasse Seu reino e restaurasse o santuário. Para o idoso Daniel, que esperava a rápida restauração de seu povo, da cidade e do santuário, esta foi uma amarga decepção. Aparentemente, ele achava que o cativeiro de 70 anos seria prolongado por causa dos pecados do povo.

Imaginemos que tivéssemos uma lente de máquina fotográfica para examinar o passado. Note o escritório de Daniel no segundo andar de sua casa, na propriedade do palácio. Ali vemos uma extensa biblioteca, pois Daniel é um homem que lê muito, familiarizado com muitos idiomas e culturas (
1:17). Note especialmente os já desgastados rolos das Escrituras hebraicas – os livros de Moisés, as Crônicas de Israel e o livro de Jeremias.

À tarde, Daniel entra, sua figura inclinada pela idade e vestido em panos de saco, abre um rolo com a profecia de Jeremias, e se ajoelha à frente da janela que se abre para o oeste, na direção de Jerusalém, onde ora diariamente, na hora do sacrifício da manhã e da tarde, e também ao meio-dia (
Dan. 6:109:21Sal. 55:17).

Por que Daniel, no capítulo seis, ora em sua maneira habitual, mesmo diante das ameaças de morte contra ele? Ele violaria alguma ordem específica se fechasse a janela ou orasse em secreto? Por que expor-se a tanto perigo? Existe alguma lição específica que o Senhor quer nos ensinar neste incidente?

Daniel Intercede - 
Dan. 9:1-19

Que promessa deu a Daniel a confiança para orar por seu povo? 
Jer. 29:10-14

"Deus não esqueceu o Seu povo, embora estivesse cativo em Babilônia. Ele planejava dar-lhes um novo começo com um novo propósito – transformá-los em novas pessoas. Em tempos de grandes provas, pode parecer que Deus Se esqueceu de você. Mas Ele pode estar preparando você, como fez com o povo de Judá, para um novo início com Ele no centro...

"De acordo com o plano sábio de Deus, Seu povo deveria ter esperança e um futuro; conseqüentemente, poderia recorrer a Ele confiantemente. Embora os exilados estivessem em lugar e tempo difíceis, não deviam desesperar-se, porque tinham a presença de Deus, o privilégio da oração e a graça de Deus. Deus pode ser buscado e encontrado quando O buscarmos de todo o coração. Nem terras estranhas, nem tristezas, nem frustração nem problemas físicos podem interromper essa comunhão." . Leia a oração de Daniel e veja os pecados que provocaram o cativeiro. 
Dan. 9:5-14 De que pecado especial Israel era culpado? v. 6

A Resposta de Deus à Súplica de Daniel - 
Dan. 9:20-27

Em sua oração, Daniel pediu que o Deus que tirara Israel do Egito com forte mão tirasse Seu povo de Babilônia (
Dan. 9: 15 e 16) e que restabelecesse Sua cidade e Seu santuário sem mais demora.

De que formas a resposta de Deus foi encorajadora a Daniel, pessoalmente? 
Dan. 9:20-23

Depois de saudar Daniel com palavras de encorajamento pessoal, o anjo Gabriel disse-lhe que, depois de 70 anos de cativeiro, seu povo podia esperar 70 semanas (490 anos) de bênçãos e conflito (
v. 24).

O período de 70 semanas começaria com um decreto para restaurar e construir Jerusalém, mas a reconstrução seria difícil (
v. 25). Embora vários decretos relativos à cidade tenham sido baixados, o decreto especificado por Gabriel foi emitido em 457 a.C. por Artaxerxes (Esdras 7).

Daniel orou também pelo santuário desolado (
Dan. 9:17). Que futuro existia para ele? Vs. 24, 26 e 27

"Gabriel é enviado por Deus, e Daniel recebe nova luz. Podemos verificar, especialmente em assuntos espirituais, que existe um verdadeiro dispêndio de energia por parte de Deus em resposta à oração. Ele não é um ouvinte passivo de orações. Suas respostas não são simples ecos de simpatia. Elas promovem ajuda ativa...

"Daniel ora pela restauração de seu povo. Deus responde à oração esclarecendo o propósito já determinado dessa restauração. Deus freqüentemente responde à oração de maneira diferente da que esperamos. Às vezes, Ele abre nossos olhos para bênçãos já dadas, mas não reconhecidas... . Às vezes, Ele muda nossos desejos, e inclina nosso coração para descansar em Sua vontade, mostrando-nos que ela é melhor que a nossa. A melhor oração é aquela na qual buscamos ser reconciliados com a vontade de Deus [veja 
Mat. 26:39]."

A Resposta Final Para o Pecado - 
Dan. 9:24-27

A maior preocupação de Daniel era a pecaminosidade de seu povo. A mensagem de Gabriel continha uma resposta mais maravilhosa para o problema do pecado do que Daniel imaginava, pois continha a solução não só para o pecado de seu próprio povo, mas para os pecados do mundo inteiro.

Daniel confessou que seu povo não tinha qualquer justiça própria (
v. 18). Como Deus poderia completar essa falta? vs. 24 e 25

Deus iria introduzir um suprimento de eterna justiça que seria suficiente para neutralizar toda a impiedade humana (
Rom. 5:18). Isto Ele faria pela vinda do Messias, Jesus Cristo. Só Ele poderia expiar o pecado. Só Ele poderia trazer eterna justiça, porque só Ele possuía a "justiça de Deus" (Romanos 3:21 e 22), a justiça que Ele credita a todos os que verdadeiramente crêem.

Daniel 9 nos diz o que deve acontecer ao Messias a fim de fazer expiação pelo pecado. Jesus esvaziou-Se de Sua glória e de Sua posição. Sua unidade com o Pai foi rompida; Seu apoio humano se esgotara completamente. Sua vida foi "cortada". Ele deu, até nada mais restar para dar.

"Antes de Gabriel satisfazer Daniel com respeito à sorte do Israel terrestre, ele expôs aos ouvidos de Daniel o que era superior em sua própria mente – o advento do Filho de Deus. A grandeza, o valor, os assuntos triunfantes da obra do Messias, – estas eram as novidades que ele se alegrava em transmitir. A revelação que, em qualquer época, o homem mais necessita é a revelação a respeito da remoção do pecado – o conhecimento de como a grande redenção pode ser realizada. Nenhuma notícia do Céu pode ser tão alegre como esta... que o pecado deve se encontrar com a destruição final, e que a reconciliação entre Deus e o homem está assegurada”.

Foi em resposta à oração de Daniel que esta profecia maravilhosa foi dada, uma profecia que, 500 anos antes de acontecer, revelou as datas e a obra básica de Jesus.

O que isto pode nos dizer sobre a importância da oração e como Deus freqüentemente age em resposta às nossas orações? Suponha que Daniel não tivesse orado como fez. Nós não teríamos recebido esta profecia?

Como mostra este estudo, as orações intercessórias podem produzir resultados poderosos. Embora Deus seja todo-poderoso e onisciente, essas orações podem mudar o mundo e muitas vidas. Leia o que mais a Bíblia tem a dizer sobre a oração intercessória em 
I Timóteo 2:1-6. Orar pelos outros lembra-nos que não estamos sós em nossas alegrias e tristezas, e que outros também têm necessidades especiais como nós. Orar pelos outros nos ajuda a olhar para fora, e não para dentro.

"Orações de intercessão permitem que Deus trabalhe na vida de outra pessoa. Nossas orações por cura, salvação ou proteção superam distâncias, fronteiras políticas ou portas fechadas. Podemos envolver pessoas que amamos a milhares de quilômetros de distância com a proteção dos santos anjos pela oração. Nossas orações podem alcançar onde quer que Deus possa alcançar.

A única solução para o problema do pecado é o sacrifício do Messias. É privilégio de cada um de nós pedir perdão dos nossos próprios pecados e interceder por outros pedindo o sangue remidor de Jesus.
”Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus”

”Busquem, pois, em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas. Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará as suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal.” Mateus 6:33-34
Publicado em 4 de julho de 2014 por Dennis Downing
  Há sempre um motivo a mais para prender nossa atenção e nos
preocupar. Quando não é comida, roupa ou moradia, é como preservar
ou aumentar o que já temos nessas áreas. Quando providenciamos para
nossas vidas agora, começamos a nos preocupar com o futuro dos
nossos filhos. Oswald Chambers notou que Jesus quer que
concentremos nossos esforços numa só área: “Preocupe-se apenas com
uma coisa, diz o Senhor, com seu relacionamento comigo.” O Reino de
Deus é a presença completa e o domínio total de Jesus em nossas
vidas. Jesus promete que comida, roupa, moradia e tudo mais que
precisamos “serão acrescentados”. Cremos nisso? Se conhecemos Jesus
e estamos andando com Ele, então cremos e confiamos. E se não
confiamos, é provavelmente porque não conhecemos Jesus ou não
estamos andando com Ele. Se você anda ansioso ou preocupado, nenhum
produto ou bem lhe trará paz e satisfação duradoura. Apenas uma
coisa servirá – volte para Jesus, ande com Ele. Busque Jesus e você
encontrará tudo que seu coração realmente precisa, e no fundo, no
fundo, tudo que você realmente quer.
ORAÇÃO:
Meu Senhor, obrigado por se revelar a mim. Obrigado por querer
andar comigo. Eu não mereço tamanha graça: o Dono do Universo quer
passar o dia todo comigo. Que este dia seja um dia entre nós. Eu
quero lhe conhecer e quero andar este dia todo em sua presença.
Pela graça de seu filho Jesus eu oro. Amém.
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“Porque és morno” (Revelação 3:16)



A mistura de frio e quente faz uma mistura morna, i.e., nem quente e nem fria. O Senhor dirigiu-se aos mornos em Revelação 3, falando ao anjo da igreja da Laodiceia. Lá nós lemos:

Revelação 3:15-19 
“Conheço a tuas obras, que nem és frio nem quente; oxalá foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és quente nem frio, vomitar-te-ei da minha boca. Porquanto dizes: Rico sou, e estou enriquecendo, e de nada tenho falta; e não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; aconselho-te que de mim compres ouro refinado no fogo, para que te enriqueças; e vestes brancas, para que te vistas, e não seja manifesta a vergonha da tua nudez; e colírio, a fim de ungires os teus olhos, para que vejas. Eu repreendo e castigo a todos quanto amo: sê pois zeloso, e arrepende-te.”

Conforme a passagem acima torna claro, o morno é inaceitável para o Senhor. O morno não é zeloso para o Senhor. Seu coração não é inflado de amor por Ele. A visão que ele mantém para si é inteiramente diferente da visão que o Senhor tem dele. Então, enquanto o Senhor o vê como um “coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu”, ele vê a si próprio como o rico que não tem necessidade de nada. O foco de seu interesse não é o Senhor e Sua opinião, mas, em vez disso, seu próprio ser. “Eusou rico, e [eu] me tornei rico”, ele diz. Para o homem morno, Jesus Cristo foi provavelmente seu Senhor e ele confessou-se como tal, em algum momento no passado. Contudo, Ele não é seu Senhor, seu chefe HOJE. Seu chefe hoje é, em vez disso, seu próprio ser. Contudo, conforme Mateus 16:24-25 diz:

Mateus 16:24-25 
“Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me; pois, quem quiser salvar a sua vida por amor de mim perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á.”

O ato de seguir não é estático. Para seguir Jesus Cristo deve-se negar a si próprio, e isto não é algo estático. Ou seja, algo como porque nós fizemos isto ontem, certamente que o faremos hoje. Embora nós possamos confessar Jesus como o Senhor, se Ele for VERDADEIRAMENTE nosso Senhor, nosso chefe, isto é algo que nós decidimos todos os dias, ainda a cada momento. Jesus Cristo não nos quer como pessoas que somente confessaram-no como Senhor algum momento no passado, mas pessoas que VIVEM sua confissão continuamente. Conforme Paulo disse em 2 Coríntios 13:5
Coríntios 13:5 
Examinai-vos a vós mesmos se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós?”
O fato de que nós uma vez acreditamos não significa que nós também temos fé hoje. Portanto, não relaxemos, mas, em vez disso, examinemos a nós mesmos. Nós temos fé hoje?
O propósito das questões abaixo não é gerar condenação ou medo (exceto o temor de Deus), mas fazer com que examinemos a nós próprios, conforme a Escritura diz que nós devemos fazer. Embora o Senhor despreze o morno, Ele ama o morno, e Ele quer mudá-lo. Ele quer vê-lo se arrependendo e se tornando ZELOSO. Essa é a razão pela qual na mesma passagem de Revelação 3 ele diz: “Eu repreendo e castigo a todos quanto amo”. A reação do Senhor contra o morno não é rejeição, mas repreensão, que, conforme Hebreus 12:11 diz, não “parece no momento ser motivo de gozo, porém de tristeza”. Porém, é esta “tristeza segundo Deus” que “opera [o] arrependimento” (2 Coríntios 7:10), que o morno tanto necessita.



O que é teofania? O que é Cristofan

Pergunta: "O que é teofania? O que é Cristofania?"


Resposta:Teofania é uma manifestação de Deus na Bíblia que é tangível aos sentidos humanos. Em seu sentido mais restritivo, é uma aparência visível de Deus no período do Antigo Testamento, muitas vezes, mas não sempre, em forma humana. Algumas das teofanias são encontradas nestas passagens:

1. Gênesis 12:7-9 - O Senhor apareceu a Abraão em sua chegada na terra que Deus prometeu a ele e a seus descendentes.

2. Gênesis 18:1-33 - Um dia, Abraão teve alguns visitantes: dois anjos e o próprio Deus. Ele os convidou para ir à sua casa, e ele e Sara os entretiveram. Muitos comentaristas acreditam que este também poderia ser um exemplo de Cristofania, uma aparência pré-encarnada de Cristo.

3. Gênesis 32:22-30 - Jacó lutou com o que parecia ser um homem, mas era na verdade de Deus (versículos 28-30). Isso também pode ter sido um exemplo de Cristofania.

4. Êxodo 3:2 - 4:17 - Deus apareceu a Moisés na forma de uma sarça ardente, dizendo-lhe exatamente o que queria que ele fizesse.

5. Êxodo 24:9-11 - Deus apareceu a Moisés, com Arão e seus filhos e os 70 anciãos.

6. Deuteronômio 31:14-15 - Deus apareceu a Moisés e Josué na transferência de liderança para Josué.

7. Jó 38-42 - Deus respondeu a Jó de um redemoinho e falou longamente em resposta às perguntas de Jó.

Frequentemente, o termo "glória do Senhor" reflete uma teofania, como em Êxodo 24:16-18, a "nuvem" tem uma função similar em Êxodo 33:9. Uma introdução frequente de teofanias pode ser vista nas palavras "o Senhor desceu", como em Gênesis 11:5, Êxodo 34:5, Números 11:5 e 12:5.

Alguns comentaristas da Bíblia acreditam que sempre que alguém recebeu uma visita do "anjo do Senhor", isso era de fato Cristo pré-encarnado. Essas aparições podem ser vistas em Gênesis 16:7-14, Gênesis 22:11-18; Juízes 5:23, 2 Reis 19:35 e outras passagens. Outros comentaristas acreditam que estes eram de fato angelofanias, ou aparições de anjos. Embora não existam Cristofanias indiscutíveis no Antigo Testamento, cada teofania na qual Deus assume forma humana prefigura a encarnação, quando Deus tomou a forma de um homem para viver entre nós como Emanuel, "Deus conosco" (Mateus 1:23).